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Golpes com Pix: veja os mais comuns e saiba como se proteger

history quinta-feira, 15 de julho de 2021     folder Notícias

 

Diariamente nos deparamos com notícias de golpes e fraudes contra as pessoas. Algumas tentativas são antigas, como clonar o WhatsApp, se apresentar como funcionário de algum banco para coletar dados pessoais, entre outros. E, com a praticidade do Pix, os crimes vêm sendo aperfeiçoados.  

Como o sistema permite transferências rápidas, fáceis e gratuitas a qualquer dia e horário, os estelionatários conseguem movimentar o dinheiro rapidamente, não deixando tempo hábil para a vítima perceber o crime.

Eis alguns dos golpes mais comuns:

  • Clonagem de WhatsApp – o aplicativo de envio de mensagens instantâneas mais popular no país também é o meio mais utilizado pelos golpistas. Na clonagem, os criminosos enviam uma mensagem fingindo ser funcionários de empresas onde a vítima tem cadastro. Eles solicitam um código de segurança, que é enviado por SMS, afirmando se tratar de uma atualização ou confirmação de cadastro. Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular. A partir daí, os criminosos se passam pelo dono da linha telefônica e enviam mensagens para os contatos pedindo dinheiro emprestado por transferência via Pix;
  • Criação de um perfil falso no WhatsApp neste caso, o golpista nem precisa clonar o WhatsApp. Ele simplesmente escolhe uma vítima aleatória, copia sua foto e, de alguma forma, descobre números de celulares de contatos da pessoa. Com um novo número de celular, envia mensagens para amigos e familiares da vítima alegando que teve de trocar de número devido a algum problema e pede uma transferência via Pix, dizendo estar em alguma situação de emergência;
  • Falsas centrais de atendimento - o golpista entra em contato com a vítima se passando por um funcionário do banco ou empresa com a qual a vítima tem relacionamento. O criminoso oferece ajuda para que o cliente cadastre a chave Pix, ou diz que o usuário precisa fazer um teste com o sistema de pagamentos instantâneos para regularizar o cadastro. Neste momento, a vítima é induzida a fazer uma transferência;
  • Bug do Pix - outra ação criminosa que está sendo praticada por quadrilhas e que envolvem o Pix é o golpe do "bug" (falha que ocorre ao executar algum sistema eletrônico). Mensagens e vídeos disseminados nas redes sociais por bandidos afirmam que, devido a um "bug" no Pix, é possível ganhar o dobro do valor que for transferido para chaves aleatórias. Entretanto, ao fazer este processo, o cliente está enviando dinheiro para golpistas, e claro, não recebe nada além do prejuízo;
  • Pix agendado - a vítima recebe uma notificação ou comprovante de um PIX de um desconhecido, que estaria na "opção agendada". A pessoa que “enviou o dinheiro” entra em contato e afirma ter feito a transferência por engano, solicitando o valor de volta. A vítima, então, faz um PIX no valor equivalente, estornando a quantia. Em seguida, o golpista cancela o agendamento realizado originalmente.

    Confira alguns cuidados necessários:
  • Cheque o remetente dos e-mails e não acesse páginas suspeitas, com endereços curtos ou com erros de digitação;
  • Não clique em links recebidos por e-mail, WhatsApp, redes sociais ou por mensagens de SMS que direcionam o usuário a um suposto cadastro da chave do Pix;
  • Cadastre chaves Pix apenas nos canais oficiais do seu banco, como o aplicativo bancário ou agências;
  • Não faça cadastro nem acesse nenhum tipo de link enviado a partir de um contato telefônico de um suposto empregado do banco;
  • Não forneça senhas ou códigos de acesso fora do site do banco ou do aplicativo;
  • Em caso de suspeita, procure o seu gerente, a delegacia ou ligue para a ASSISEFE no telefone 61 3340-1230;
  • E por fim, não faça transferências para conhecidos sem confirmar pessoalmente ou por chamada telefônica, pois o contato da pessoa pode ter sido clonado ou falsificado.