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Saiba o Imei do seu celular para casos de roubos

history quarta-feira, 31 de julho de 2019     folder Notícias

 

A ineficiência do bloqueio de celulares após furto ou roubo permite que os aparelhos continuem em circulação no mercado ilegal e em atividades criminosas. Pesquisa do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) aponta que, apesar de o usuário solicitar o serviço nas operadoras ou na Polícia Civil, o telefone ainda pode ser usado. Na semana passada, o Jornal Correio Braziliense mostrou que 60% dos latrocínios ocorridos em 2018 tiveram o smartphone como motivo do roubo e que o comércio desses produtos sem procedência ocorre a qualquer hora em grandes pontos de movimentação de pessoas, como a Rodoviária do Plano Piloto e o centro de Taguatinga.

Para evitar que o aparelho continue sendo utilizado após o crime, a sugestão é que o usuário do smartphone tenha anotada a identificação do aparelho, chamada International Mobile Equipment Identity (Imei). Esse número tem 15 algarismos e após um furto ou roubo, esse código pode ser bloqueado, deixando a linha inoperante. Também é com o Imei em mãos que se pode registrar ocorrência na Polícia Civil. Geralmente, o código fica exposto na caixa do produto ou pode ser consultado pelo próprio celular: basta telefonar para *#06# que o número aparece na tela.

De acordo com o delegado da Polícia Civil, André Luis Leite, ter a identificação do celular anotada é essencial para agilizar o trabalho dos policiais e facilitar a restituição da vítima, em casos de apreensão. “Muitos pensam que não vão ser restituídos e deixam de ir à delegacia. Porém, a partir dessa notificação, a gente consegue ter conhecimento do aumento de roubos. A partir disso, pode ocorrer o direcionamento de policiamento ostensivo da PM e de ações investigativas da Polícia Civil”, detalha.

Agentes da Polícia Civil solicitam o bloqueio do Imei no momento em que a vítima registra ocorrência — em caso de furto, a denúncia pode ser feita pelo site da Polícia Civil, mas a suspensão da linha só ocorrerá se a vítima informar o Imei. “A corporação faz uma interface com a Anatel e encaminha esse pedido via ofício, que é atendido rapidamente”, revela o delegado André Luis Leite, titular da Coordenação de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Corpatri). 

 

Fonte: Correio Braziliense, com adaptações